Consultoria · Porto Alegre e todo o Brasil
A recuperação é um processo jurídico, mas o plano que o sustenta é feito de caixa, dívida e operação. O trabalho organiza os números, elabora o laudo de viabilidade, projeta cenários financeiros e constrói o plano de pagamentos, com etapas e prazos, em conjunto com o advogado da empresa.
Quando faz sentido
Há faturamento, mas o dinheiro não cobre salários, fornecedores, tributos e dívidas bancárias ao mesmo tempo. As escolhas são feitas no improviso.
Protestos, cobranças, bloqueios e ações judiciais começaram, e a empresa não sabe qual dívida é prioridade nem o que consegue negociar.
Renegociar, reestruturar, pedir recuperação ou encerrar: falta uma leitura honesta dos números para decidir com critério.
A recuperação judicial e a recuperação extrajudicial são instrumentos previstos na Lei 11.101/2005. O pedido, as petições, os prazos processuais e a representação da empresa são conduzidos por advogado. O que sustenta o plano, porém, são os números: quanto a empresa gera de caixa, quanto deve, a quem, em que prazo e o que consegue pagar sem inviabilizar a operação. É nessa parte que o trabalho de Marcelo Luís Dahlem atua, elaborando laudos de viabilidade, cenários de projeção financeira e o plano de pagamentos, em conjunto com o advogado da empresa.
Antes de qualquer pedido, a pergunta central é se a empresa é viável. Ela gera resultado na operação? Qual parte da dívida é sustentável? Nem toda empresa em dificuldade precisa de recuperação judicial: em muitos casos, uma reestruturação com renegociação resolve, e em alguns o melhor caminho é outro. A resposta vem dos números, não da urgência.
O trabalho prioriza o caixa e procura apontar os riscos com clareza, sem alarmismo. Quanto mais cedo os números são organizados, mais alternativas a empresa tem e melhor é a posição para negociar.
Em que momento entra o apoio
Diagnóstico de caixa e dívidas, laudo de viabilidade e comparação das alternativas, como renegociação, reestruturação e recuperação. Os números são preparados junto com o advogado.
Organização das informações, cenários de projeção financeira, plano de pagamentos aos credores, premissas econômicas do plano de recuperação e apoio às negociações, sempre com o advogado à frente do lado jurídico.
Acompanhamento do cumprimento do plano, controle do caixa, revisão das premissas e rotina de prestação de contas, para o plano não ficar só no papel.
O que a consultoria entrega
Como o trabalho é conduzido
Levantamento de caixa, dívidas, contratos, tributos e operação. O resultado é um retrato fiel e atualizado da empresa.
Laudo de viabilidade e projeção de cenários financeiros: o que a operação gera, o que a dívida exige e o que é possível pagar.
Com o dono e o advogado, escolha entre renegociar, reestruturar, recuperar ou outro caminho.
Plano de pagamentos e plano de ação com etapas e prazos, controle do caixa e revisão periódica das premissas.
Este trabalho não é assessoria jurídica. Pedido de recuperação, petições, prazos processuais e representação em assembleias são atribuições do advogado, e a empresa deve contar com um profissional da área. A atuação aqui é complementar: laudos de viabilidade, cenários de projeção e plano de pagamentos.
Nenhum plano garante a aprovação dos credores nem a continuidade da empresa. O resultado depende da viabilidade do negócio, da negociação com os credores e das decisões do Judiciário. O que o trabalho faz é construir um plano com números defensáveis e uma rotina para executá-lo.
As informações da empresa são tratadas com confidencialidade e, quando necessário, um acordo de confidencialidade é firmado antes do envio dos documentos. Para o trabalho que antecede a crise, veja também a reestruturação de empresas.
Perguntas frequentes
Na recuperação judicial, o plano é apresentado em juízo e votado pelos credores. Na extrajudicial, a empresa negocia o plano diretamente com os credores e depois pede a homologação ao juiz. A escolha depende de cada caso e deve ser feita com o advogado.
A lei exige, entre outros requisitos, que a empresa exerça a atividade regularmente há mais de dois anos. A verificação dos requisitos é feita pelo advogado, com base nos documentos da empresa.
O advogado cuida da parte jurídica: pedido, petições, prazos e representação. O consultor cuida dos números: caixa, dívidas, laudo de viabilidade, cenários de projeção e plano de pagamentos. Os dois trabalham de forma coordenada.
Sim. O processo tem prazos legais curtos, como o de 60 dias para apresentar o plano depois que o pedido é aceito. Por isso, ter os números organizados antes faz diferença.
O quanto antes. Com os números organizados cedo, a empresa tem mais alternativas e mais poder de negociação. Esperar o bloqueio de contas ou a ação judicial reduz as opções.
Depende do tamanho da empresa, da complexidade das dívidas e da fase em que ela está. O valor é definido na proposta, depois de uma conversa inicial sem custo.
Sim. A base é em Porto Alegre e a consultoria atende empresas de todo o Brasil.
Com uma conversa de cerca de trinta minutos, por telefone ou vídeo, sem custo. Se fizer sentido seguir, a consultoria avalia os números e a estrutura da empresa e apresenta uma proposta com escopo, prazo e investimento definidos antes de qualquer compromisso. O diagnóstico gratuito do site é um bom ponto de partida.
Outros serviços
O próximo passo é seu
Uma mensagem no WhatsApp basta. São trinta minutos de conversa, sem custo, e uma leitura franca do momento da sua empresa, com ou sem projeto em seguida.
Segunda do Dono
Dinheiro, gestão e IA traduzidos para quem tem 12 funcionários, não para quem tem 12 mil. Cada edição termina com uma decisão que você toma essa semana.